Powered By Blogger

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

SAID

Esse era o meu gatinho Said. Conviveu comigo durante doze anos... morreu dia três de dezembro devido uma intoxicação com veneno para ratos. Fiz o que estava ao meu alcance para curá-lo, mas infelizmente ele não resistiu. Sinto falta dele pela casa tirando o seu cochilo, e da sua alegria quando eu chegava da rua, corria ao meu encontro. Chorei muito com a sua morte, e ainda choro quando me lembro dele. Há quem diga que sou boba porque choro por um gato, mas não me sinto boba, se eu choro é porque ele era importante para mim, e fez parte da minha vida durante muito tempo. Nunca irei esquecê-lo. Lembro-me de que ele pulava no meu colo para ganhar carinhos e afagos, eu o tratava como uma pessoa, acho que é por isso que estou sentindo muito a sua morte. Foram quase duas semanas vendo-o sofrer sem querer comer nem beber... me partia o coração vê-lo doente, tristinho pelos cantos da casa. Cada dia me convenço mais de que o apego sempre tráz a dor da perda. Ele sempre fará parte das minhas recordações, e sempre terá um lugar no meu coração. A você Said todo o meu carinho, espero que eu tenha cuidado de você como você merecia, porque mesmo sendo um gato, Deus te criou para ser amado e cuidado.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

VALE A PENA LER! Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação. Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar". Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta. Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso. Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

domingo, 11 de agosto de 2013

DIA DOS PAIS

É difícil falar sobre pai, porque fui criada sem um. Entretanto eu sei que um pai deveria ser acolhedor, amoroso e paciente com os seus filhos, sobretudo amá-los sobre todas as circunstâncias. Ser pai é chegar cansado do trabalho e tirar um tempo para brincar com os filhos, é saber ouvi-los ainda que o assunto não seja interessante, é compreender que o amor deve estar acima de qualquer dificuldade. Crescer sem pai é muito triste, porque pai é referência para os filhos, sobretudo é exemplo. Portanto, você que é pai saiba que sua responsabilidade é enorme na criação dos seus filhos, porque eles o imitarão sempre, e o bom seria se tivessem apenas bons exemplos a serem imitados, e não um atestado de maus exemplos. Filho é para sempre, e educá-los não é missão só da mãe, mas de ambos. Fico muito triste quando vejo homens engravidando mulheres e sumindo depois como se ela tivesse uma doença contagiosa, e se esquecendo que ela carrega dentro de si uma vida que também é parte dele, pior ainda quando o cretino pede para elas tirarem a criança, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Cresci sem um pai, e nos momentos em que mais precisei de um estive sozinha, passei por momentos difíceis, juntamente com minha família, mas graças a Deus sobrevivemos, e crescemos tanto em estatura quanto em virtudes. O tempo passa, as coisas mudam,mas aquele vazio permanece para sempre, é como se você tivesse deixado de viver uma parte da sua vida, como se ela tivesse sido roubada de você, Hoje eu sei que não adianta saber que se tem um pai, mas que esse pai esteja presente na sua vida, para que depois você tenha boas recordações dos momentos vividos.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Do sagrado no profano

Tudo em nossa vida pode ser simplesmente uma obrigação, ou pode ser uma maneira de encontrar-se com Deus.

Três operários trabalhavam numa obra, quando um homem aproximou-se. “O que você está fazendo?“ perguntou ao primeiro operário.

“Estou ganhando a vida!“, disse, mal humorado.

O visitante virou-se para o segundo operário e fez a mesma pergunta. “Estou quebrando pedras”, respondeu ele.

Finalmente, o visitante se aproximou do terceiro homem e fez a mesma pergunta.

“Estou construindo uma catedral”, foi a resposta.

Os três faziam a mesma coisa. Mas apenas o terceiro compreendia sua tarefa.

domingo, 10 de março de 2013


O sexo é apenas uma sombra do amor. A verdadeira intimidade ocorre quando o corpo já está gasto e o afeto permanece. O laço que prende os corações é que promove o sentimento de aceitação e não o envolvimento carnal.
Quando sabemos que somos amados pelo que somos, nos tornamos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos com maior intimidade. Por que? Porque nos sentimos livres do medo e da ansiedade de mostrar desempenho.





Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção...
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...

quinta-feira, 7 de março de 2013

Quando, em determinado momento de nossas vidas, passamos por uma tragédia de verdade, o que pode acontecer com todos nós, podemos reagir de duas maneiras diferentes. Evidentemente, uma delas é perdermos as esperanças ou nos entregarmos ao álcool, ás drogas ou a uma tristeza profunda. A outra alternativa é o despertar de nós mesmos, é descobrir uma energia que estava escondida e passar a agir com mais lucidez e mais força.

As jóias da Imperatriz

Certa vez, uma imperatriz romana perdeu suas jóias preciosas. Foi anunciado por todo o império que quem encontrasse suas gemas perdidas antes de trinta dias receberia uma grande recompensa, mas os que as devolvesse depois de passado trinta dias seria executado. Samuel, um rabino Judeu, encontrou as pedras preciosas, mas as devolveu apenas depois de passado os trinta dias do prazo. "O senhor esteve viajando?", perguntou- lhe a Imperatriz romana. "Não, eu estive em casa." "Talvez não soubesse o que havia sido proclamado?" "Não, eu sabia exatamente o que havia sido proclamado." disse Samuel. "Então porque não devolveu essas coisas, minhas jóias, antes de se expirassem os trinta dias?" Agora terá de ser executado." "Eu queria mostrar para a senhora que devolvi as suas preciosas jóias perdidas, não por medo, mas exclusivamente por temor a DEUS."

"Tudo é infinito, nebuloso e transitório; só a virtude é clara"
Paulo Coelho

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Quando o velho morreu em uma casa de repouso em uma pequena cidade da Austrália, todos pensavam que ele faleceu, deixando nada de valor. 
Mais tarde, quando as enfermeiras retiraram seus poucos pertences , elas encontraram este poema. Seu significado e conteúdo era tão impressionante que o pessoal fez cópias do poema e se espalhou rapidamente para todos os funcionários do hospital.
Uma enfermeira levou uma cópia para Melbourne ...
O homem velho com único testamento já apareceu nas revistas de Natal em todo o país, bem como em revistas para psicólogos.
E esse velho, um mendigo que morreu em uma cidadezinha na Austrália, agora explode profundidade de sua alma. Leia o poema:

O Velho Rabugento

O que você vê?
O que você pensa quando olha para mim?
Um homem rabugento, não muito sábio,
Incerto de hábito com os olhos distantes?
Que dribla sua comida e não faz nenhuma resposta.
Mesmo quando você diz em voz alta "Eu gostaria que você tentasse!"
Que parece não perceber as coisas que você faz.
E para sempre está a perder a meia ou sapato?
Que, resistindo ou não, permite que você faça o que quiser,
Com banho e alimentação ao longo do dia, para preencher?
É isso que você está pensando? Isso é o que você vê?
Então abra seus olhos, enfermeira. Você não está olhando para mim.
Eu vou te dizer quem eu sou. Mesmo sentado aqui tão quieto,
Em sua disposição e comendo a sua vontade.
Eu sou uma pequena criança de 10 anos que vive com pai e mãe,
Irmãos e irmãs que se amam.
Rapaz de 16 anos, com asas nos pés, sonhando para encontrar o amor da sua vida no outro dia.
Um noivo que em breve fará 20 anos, cujo o coração pula, ciente dos votos que prometeu fazer.
Agora tenho 25 anos, e tenho meu bebê, que precisa da minha liderança, saúde e casa.
Um homem de 30 anos! Meu bebê tem crescido rapidamente, estamos conectados um ao outro, num vínculo inquebrável.
Aos 40, meus filhos crescem e saem de casa,
Mas minha mulher está ao meu lado para não me deixar sofrer.
50 anos agora, e outra vez, tenho crianças abraçando meus joelhos. Dias de escuridão estão sobre mim, agora minha mulher está morta.
Olho para o futuro e tremo de pavor.
Agora vivo para as crianças e para o bem de meus filhos.
Agora sou um homem velho e a natureza é cruel.
Bullying, faz a velhice parecer idiota.
O corpo que cai aos pedaços, vejo a grandeza e o poder partir.
Existe agora uma pedra, onde eu tive uma vez o coração.
Mas dentro desta velha carcaça, um jovem ainda habita,
E de vez em quando, ouço ruídos pulsantes,
Lembro-me das alegrias e lembro da dor.
Estou amando e vivendo a vida como antes.
Penso que haviam poucos anos e se passaram muito rapidamente.
E aceitar o fato gritante, que nada é para sempre.
Então abra seus olhos, as pessoas! Abra e veja.
Não sou um homem rabugento.
Olhe mais de perto, veja-me!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz.


Charles Chaplin

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A maturidade Humana

A medida da maturidade humana está na boa vontade em aceitar o que é ruim na vida, superar e continuar vivendo para o bem, não lamentar o que não temos, mas nos regozijarmos com o que temos. Se és capaz de manter-te sereno diante das dificuldades que enfrentas, e procuras resolver teus problemas sem despejá-los nos outros, ou mesmo buscar no outro um bode expiatório, chegaste à maturidade de saber lidar com tudo que te acontece.
Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...

Vinicius de Moraes